Sete Barras no Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes

Na manhã desta quinta-feira (18), aconteceu a 2ª. Caminhada de Combate ao Abuso e Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes que se concentrou na Rodoviária de Sete Barras devido ao mau tempo. A ação faz parte das atividades do Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes. O evento contou com a participação de mais de 200 pessoas, entre elas, a primeira-dama do Município, Jeany Fudalli, de representantes das secretarias de Assistência Social, Educação e departamento de Cultura. Houve distribuição de panfletos e orientações para todos que passaram pelo local.

As ações no Município envolvem além do poder público municipal e outras entidades no Município que buscam a erradicação do problema no Município do Vale do Ribeira. Alunos de quatro escolas do Município participantes mostraram trabalhos por meio de cartazes e usaram também a música e dança para mostrar sua indignação contra a violência a exploração infantil.

A Prefeitura de Sete Barras, por meio das Secretaria de Assistência Social e Educação, promove palestras com crianças e adolescentes das redes municipais e estadual para alertar esses jovens. Esses bate-papos acontecem com o objetivo de alertar os jovens para situações de risco e de como agir em caso de qualquer situação envolvendo violência de qualquer forma. “Há um trabalho constante de Identificação da situação de risco, por meio de ações contínuas”, informa a secretaria de Assistência Social.

Sobre a data - No dia 18 de maio de 1973, uma menina de 8 anos foi sequestrada, violentada e cruelmente assassinada no Espirito Santo. Seu corpo apareceu seis dias depois carbonizado e os seus agressores, jovens de classe média alta, nunca foram punidos. A data ficou instituída como o “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes” a partir da aprovação da Lei Federal nº. 9.970/2000. O “Caso Araceli”, como ficou conhecido, ocorreu há quase 40 anos, mas, infelizmente, situações absurdas como essa ainda se repetem.
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